sábado, 7 de agosto de 2010

Sem solução

Combinamos sorrir durante a parte doce da noite
Era tenso seu sorriso e levaram te
Prometesse ser rápido, em ti não confiávamos
O motivo era desconhecido, mas uma coisa era certa, sofreríamos

Esperamos, e a primeira aurora passou
Esperamos, e caíram dos céus anjos sem piedade
Esperamos, e demônios tomaram nossa sanidade
Esperamos, para devorar sua carne!

Tudo de valor acabou, e tu não chegou
Desistimos, mas tu vagava e ainda não se desesperou
E de longo, chegou
Encontramos em mesmo sorrisos, mas havia um enigma
Como uma vela negra no enterro, não pensei em nenhuma oração

Tu sorriu para dizer que sangrava
Tu sorriu para dizer que odiava
Tu sorriu para dizer que alguém te matava
Tu sangrou e perdoou para dizer iria ter que crescer com quem te amava

Não se tem a dimensão de quanto foi fatal
Mas todos no chão molhado e estrelado estavam
Queimando na mesma panela
Queimava apenas pelo fato de cair de um dragão, foi letal

Ele chorou por não querer se arranhar
Ele chorou, mas tinha que aceitar

Hoy es viernes! Si, viernes!
Quem sofre desse mal sabe!
No leito de casa é onde se houve piores noticias
Armadura para ser frio e uma rosa para lembrar de amar quem esquecias

Em tuas palavras sua alma pereceu!
O destino aboliu sol e lua que era teu
Te deixando sem rotação, um mundo sem luz
Sem ritmo foi dirigido ao cominho duma cruz

Só resta sorrir, e outras estrelas descobrir
Guerreiros te acompanham, destemidos
Somos impiedosos, mas nunca corrompidos
Mas pode contar conosco nos próximos estampidos!

Para "O Nego Perigoso, que faz logo dois!" Rogério Fernandes

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