quarta-feira, 11 de maio de 2016

Nunca foi uma vírgula

Não era questão de estar
Era de ficar
O papel sendo obrigado a me sentir desabafar...

Não foi como chuva passageira
Que vem fraca e silenciosa
É de força que o sentimento se mostra
De zoada rasgada
Mas eu sei que logo passa

Hoje eu escrevo sozinho
Por deselegância da vida
Escrevi um dia para você ficar
Agora quero que vá

Da cama, dos meus braços
Da minha cabeça, do meu espelho
Depois de entrar no quarto
Depois de ser amada, só mais uma vez...

Rogério Fernandes

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