quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Adepto do ódio platônico

Olhe e não me chame
Me toque e sinta meu frio
Me ame e sinta o ódio
Me entenda e se esqueça
Venha olhar-se de onde estou
Descubrirá o que percebi

O corpo cresce, mas eu não
Consumo pelo fato de triturar em minha boca
Não vai saber como me atacar
E desdo começo pensei como te fazer sangrar
Quero ver sua força
Prove ser digno

Percebi o céu e mais longe a lua
Mas o foco é o sol
O deus das sombras
Nem coração e menos ainda o chão é minha base
Percebi que nem nasci
E penso em evoluir

Não te amo, mas te desejo
Prefiro te evitar teus beijos
Vá para longe do centro dessa coisa
Não posso percerer por ti sem nem mesmo nascer
Eu conheço o prazer e a gula
Sobre o amor nada posso dizer.

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