domingo, 8 de agosto de 2010

Pai, eu te amo

Criaturas de alegria
Suas almas sorriem pela lembraça
Nada os deixam mais satisfeitos que suas esperanças
Triste, grandes heróis são esquecidos

São o retrato da minha origem
Sempre glorificando o passado
Correm, correm para o que já morreu
Nenhum deles ainda percebeu o que aconteceu

Chorei por ter conciência como maldição
Eles morrerão, mas hoje não
Me olharam como resultados de decadas de cálculos
Esses são heróis, mas estão no transito do tempo

Bons gostos refletem quem são
A verdade é que nós amam, mesmo sofrendo
Esse espírito me consome
A pior parte é saber que os esqueceram vivos, mas hoje não

2 comentários:

  1. aew..!!!

    posso me considerar um sobrevivente, por zuar teu pai e sair vivo pra contar a historia.


    ficou massa o poema. [ta na hora de parar de fazer poemas bons, quando eu chegar no teu nivel eu paro.]

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  2. kkkkk até parace! Quando fizermos um poema bom estaremos velhos, feios, gordos, cansados da merenda do Polly, cheio do poster do slipknot... E fedendo!

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