domingo, 18 de julho de 2010

O Diletante e a Vulpina l

Ele um grande diletante , ela uma bela vulpina
Por que dizer que não se amariam
O primeiro beijo silenciou seus satélites
Souberam construir um sentimento urente

Imagino o olor desse amor
Era mais que claro, tudo parava ao seu redor
Dimanava inveja a quem não sentiu esse sentimento
Tudo era questão de rebolado

Ele amante, desde do começo foi coerente
Ela o deixou, e aqui a esperou em seu próprio colo
Não existia distância que o fizesse a esquecer
Mas nada tinham ao seu favor

A Vulpina estava nos braços do Diletante novamente
Tudo poderia acabar ali, seria mais uma história de final perfeito
Mas era contra a natureza dela
Tinha patas magrelas demais para por naquela fogueira

Ela não iria se render
Seus olhos queriam outros terrenos
Porém seu coração ainda pedia o diletante
Era seu dilema

Seus planos ficaram só na imaginação
Eram perfeitos amantes
Seria injusto se unirem eternamente
O ardor desse seus sentimentos deveria conhecer seus mundos diferentes
E por que não dizer que se gostaram do principio, meio e fim...

Dedicado para meu parceiro Dasteta

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